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Restos do passado

Já que esta semana se celebra um importante congresso sobre memória histórica em Compostela, cumpre lembrar que nas ruas da nossa cidade ainda ficam pegadas do franquismo. É certo que desde os anos 70 o concelho restaurou os velhos nomes das ruas e praças, e dedicou novos espaços a figuras perseguidas polo regime ditatorial (Castelao, Alexadre Bóveda, Lorca, Pablo Iglesias, etc), e boa parte da simbologia desapareceu, mas todavia fica nalguns lugares.

Talvez o mais importante, ou o mais grande, seja a cruz da praça da Quintana em honra de José Antonio Primo de Rivera, fundador da Falange Española, a carom da qual está escrito o seu nome no muro de pedra do convento de Sam Paio de Antealtares.

Outro grande símbolo é o escudo franquista da fachada da Faculdade de Químicas. O edifício, construído nos anos 60, presenta um tremendo pássaro, algo dissimulado pola grande estátua de Minerva que tem diante.

Outra placa, neste caso de carácter individual, atopa-se nas casas enfrente da Alameda, numha zona de terraços, onde passa desapercebida, dedica a um herói local da “cruzada”:

Ainda resta moito por fazer e por conhecer, mas sobre todo, moito que nom esquecer.

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