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Já que falamos do G-20

Entre las decepciones del sueño socialista y los escombros de nuestras sociedades desestructuradas por la barbarie neoliberal, ¿hay espacio para una nueva utopía social? Muchos ciudadanos desearían ver que la izquierda se recuperara y aportara ideas sólidas para hacer descarrilar a la máquina neoliberal. Al crecer la indignación social provocada por los efectos de la crisis actual, varios países, y no solamente en Grecia, los trabajadores comienzan a movilizarse. En todas partes se siente el deseo de actuar colectivamente. Cada uno experimenta la necesidad de reintroducir lo colectivo portador de futuro. Y el único futuro aceptable es el que pueda edificarse sobre un proyecto político cuya preocupación central sea precisamente la cuestión social.

Logo de ler isto no livro de Ignacio Ramonet La crisis perfecta, e já que hoje começa em Seul umha nova reuniom do G-20, recupero do meu antigo blogue Quando acordamos em Berlim, no 20º aniversário da queda do Muro:

Há agora 20 anos, o estrondo da queda dos blocos de cimento despertou-nos ao mundo. Era o ruído do derrubamento do Muro de Berlim e do espelhismo dumha URSS em ruínas. Muitos dos que agora luitamos por um outro mundo formamos parte dessa primeira geraçom que nasceu num mundo unipolar e sem alternativas visíveis. A queda do Muro nom foi a fim de nada, senom o inicio dumha outra etapa no caminho cara o socialismo, o nosso particular ponto de partida.

Certo é que coa URSS cairom outras muitas estruturas, como os velhos partidos comunistas e lastrou a margem de manobra duns sindicatos acossados polo neoliberalismo. A velha esquerda começou a desmontar-se, ao igual que os símbolos da RDA, numha década, a dos 90, na que recém saídos do letargo, caminhamos aturdidos e desorientados. Mas resistimos. E reagimos.

Os entulhos do Muro nom forom abondo para tapar os berros dos deserdados e dos inconformistas. Os berros contra a LOU, os berros do Nunca Máis e os berros contra a guerra do Iraque que nos fizerom acordar nas rúas de Compostela. Porque umha vez espertos, comprovamos que os velhos problemas seguem aí, e amais aparecerom outros novos. A queda do Muro nom troujo as verdes pradeiras que prometera Helmut Kohl, senom a consciência do problema ambiental, da crise alimentar e da suicida fugida capitalista cara adiante.

Aqui, longe da euforia bem-pensante que festeja em Berlim a queda do Muro, olhamos cara o passado cumha mirada crítica e sem saudades do que pudo ter sido mas nom foi. mentras erguemos, aos poucos, umha alternativa ao actual sistema, injusto e sem futuro. Estamos aqui para acabar com el e com todos os muros que ergue, no Río Bravo, em Melilha ou em Cisjordânia. Muros dos que nenhum quer lembrar-se nestes dias.

Talvez, quando sejamos quem de derruba-los, o mundo comece a ser um pouco melhor. Pode ser que haja que aguarda até que um maior número de pessoas sejam conscientes dos problemas do nosso mundo e da sua necessária e urgente soluçom. Mas nós, como pequenos despertadores, petamos nas suas portas e consciências desde as organizaçons políticas, culturais ou desportivas para que acordem e vejam a realidade, tal e como nós fizemos há 20 anos em Berlim.

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